segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O leão de Neméia

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Esse leão, filho de Equidna e de Ortro e irmão da Esfinge, era de tamanho descomunal e ainda por cima invulnerável. Devastava a região de Neméia, perto de Micenas e Corinto, devorando rebanhos e pessoas do lugar, e Euristeu mandou que o herói destruísse o monstro.
Héracles primeiro tentou atingir o gigantesco leão com a clava e depois com as flechas, sem sucesso. Numa súbita inspiração, encurralou-o em seu próprio antro, atacou-o diretamente, prendendo-o em seus braços, e apertou até o monstro morrer asfixiado. Morto o leão, Héracles esfolou-o com as próprias garras e passou a vestir a pele invulnerável, daí em diante uma de suas "marcas registradas".
Em Neméia, Héracles recebeu a hospitalidade de um camponês pobre, Molorco, cujo filho havia sido morto pelo leão, e que forneceu ao herói seu único carneiro para que ele, em agradecimento, fizesse um sacrifício a Zeus. Nesse local, Héracles instituiu em honra de seu pai os Jogos Nemeus[1].
De acordo com algumas versões tardias, Hera colocou o leão nos céus, formando uma das constelações do zodíaco (Leo, a Constelação do Leão, entre Cancer, a oeste, e Virgo, a leste).


Quimera

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Quimera é descrita como um monstro assustador, fruto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tífon.  Também diziam que era filha da Hidra de Lerna e do Leão de Neméia. A figura mítica da Quimera sempre exerceu atração  sobre a imaginação popular, a mais comum na arte cristã medieval que fez dela um símbolo do mal.
Habitualmente descrita com cabeça de leão, dorso de cabra e cauda de serpente, foi criada pelo rei  de Cária para destruir o reino vizinho da Lícia. Com o fogo que vomitava incessantemente, o rei Iobates procurava um herói que vencesse a Quimera, em troca daria sua filha em casamento ao herói.
No reino chegou Belorofonte, mas o Rei Iobates recebeu um pedido do genro para matar seu hóspede Belorofonte. Contudo, devido à lei da hospitalidade, não o poderia matar. Assim incumbiu Belorofonte de cumprir algumas tarefas, pensando livrar-se dele. No entanto, Belorofonte montado em seu cavalo alado Pégasus, matou a Quimera num só golpe. Reconhecendo a bravura de Belorofonte, o rei Iobates não teve outra alternativa, senão conceder a mão de sua filha em casamento.

Genericamente é denominada Quimera a todo monstro fantástico empregado na decoração arquitetônica. Na  linguagem popular, o termo quimera alude a qualquer composição fantástica, absurda ou monstruosa, constituída de  disparates e elementos incongruentes que não tem apoio na realidade. Significa um sonho impossível de acontecer e  designa o que é fantástico, o que vive na imaginação, algo tão absurdo que chega a ser utópico.
O mito de Quimera, cuja ancestralidade remete a personagens animalescos, nos faz lembrar de que, apesar de ser  necessário sonhar e imaginar coisas melhores, algumas vezes somos consumidos por desejos que não passam de  químeras e que podem consumir tempo e investimento infrutíferos, além de que podem se tornar maléficos ao longo do  tempo.
Todo ser humano tem um sonho, uma ideia que visa transformar a si mesmo ou o mundo. No entanto, a imaginação precisa reconhecer os limites. Tudo é possível, desde que haja elementos suficientes apoiados na realidade para que se realize. Não sendo assim, será nada mais do que Químera...



Equidna, a mãe dos monstros

De alma violenta, Equidna tinha o corpo metade jovem mulher, de lindas faces e olhos cintilantes, e a outra metade, uma enorme serpente malhada e cruel. Vivia nas profundezas da terra, numa caverna, distante dos deuses e dos homens. Outras tradições dizem que tinha morada no Peloponeso e divergem bastante quanto à sua origem, mas segundo Hesíodo, era filha de Forcis e Ceto, neta de Ponto e Gaia. Em outras versões dizem que ela foi gerada da união de Tártaro e Gaia.
Equidna, em função da própria monstruosidade, casou-se com o horrendo deus Tifão, tornando-se a mãe de todos os monstros:
•Cérbero, o cão de três cabeças, que guardava o Hades
•Ortros, o cão de guarda de Gerião, de duas cabeças
•Hidra de Lerna
•Quimera, morta por Belerofonte
•Ládon, o dragão de cem cabeças
•Scylla, monstro da lenda de Odisseu
•Dragão da Cólquida, que guardava o velocino de ouro
•Dragão que guardava o jardim das Hespérides
•Ethon, a águia que comia o fígado de Prometeu.
Com seu filho Ortros, Equidna concebeu o Leão de Neméia e Fix ou Sfix, a Esfinge de Tebas, derrotada por Édipo. Segundo uma lenda do Ponto Euxino ela se uniu a Héracles numa passagem do herói pela Cítia, concebendo desta união Agatirso, Gélon e Cites, que deu origem aos Citas.
Equidna e suas crias possuíam uma natureza terrível e adoravam devorar viajantes inocentes. Um dia, enquanto dormia, foi surpreendida dormindo por Argos Panoptes, o monstro de cem olhos, que a matou a pedido de Hera. Algum tempo depois, quando Argos morreu, Hera o transformou de monstro a um lindo e exuberante pavão real, com suas penas marcadas pelos olhos de Argos Panoptes, em reconhecimento pela grande tarefa cumprida.

O mito de Equidna representa as duas faces humana: uma que é mostrada ao mundo, bonita e sedutora, que corresponde à parte superior. No entanto, cada pessoa sabe que possui uma parte inferior, medonha e cruel, que o angustia.
Os filhos de Equidna eram seres monstruosos e também nossa mente pode criar seres monstruosos, que vivem a nos torturar.  Vencer esse mal, que pode nos consumir, depende muitas vezes de nos observarmos e estarmos atentos ao olharmos os outros. Equidna foi morta pelo monstro Argos que tinha cem olhos; é através do que vemos nos outros que podemos nos conhecer melhor e assim exterminarmos todos os monstros que habitam escondidos em nosso inconsciente. O que detestamos nos outros é exatamente o que detestamos em nós mesmos, projetado nos outros.
Os filhos de Equidna foram vencidos pelos grandes heróis, com a força de sua mente e inteligência. Podemos ser os heróis de nossa própria história, quando conseguimos derrotar as crenças negativas que nos aprisionam e as opiniões dos outros que nos diminuem. É sabermos equilibrar nossos desejos e não nos deixarmos seduzir pelas grandes paixões que nos consomem e nada realizam.


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Cérbero, o guardião do Hades

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Cérbero, um cão monstruoso de três cabeças e cauda em forma de serpente, era filho de Equidna e de Tífon, portanto irmão de Ortro, da Hidra de Lerna e da Quimera. Ele guardava a entrada do Hades e permitia a entrada de todos, mas não deixava que ninguém saísse.
O último "trabalho" consistiu em levar a Euristeu o terrível guardião da entrada do Hades. Héracles se iniciou primeiramente nos Mistérios de Elêusis, culto que ensinava aos fiéis como chegar ao outro mundo; acompanhado então do deus Hermes, seu meio-irmão, adentrou a morada dos mortos.
Encontrou-se primeiro com a sombra de Meleagro, o herói da Caça ao Javali de Cálidon, que lhe contou sua história e pediu que amparasse a irmã, Djanira. Deparou-se a seguir com Teseu e o amigo dele, Pirítoo, ainda vivos mas acorrentados. Conseguiu libertar Teseu, com a permissão de Perséfone, mas Pirítoo teve de ficar.
Finalmente, Héracles apresentou-se a Hades e pediu licença para capturar Cérbero. O deus concordou, desde que o herói o fizesse sozinho e desarmado. Héracles apertou então o monstro em seus braços até quase sufocá-lo, abrandando assim sua ferocidade, e levou-o tranquilamente a Euristeu. Ao ver o "cachorrinho", o rei se assustou e correu para dentro daquele vaso já reservado para isso.
Cumprida então a última tarefa determinada pelo Oráculo de Delfos, o herói levou Cérbero de volta e devolveu-o a Hades. Se o monstro continuou monstro depois do hercúleo aperto, a Mitologia não registrou...



Tifão

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TIFÃO vem do grego TUFÚN e significa ("gerar obscuridade, nevoeiro e fumaça"), mas também pode-se dizer que seu nome seria a síntese da violência, cegueira e surdez de todas as forças primordiais.
Gerado por Gaia e Tártaro durante a guerra dos deuses e titãs. Foi a última tentativa desesperada de Gaia para ajudar seus filhos Titãs que estavam prestes a serem subjugados por Zeus e seus irmãos. Só com a aproximação da criatura, os deuses fugiram do Olimpo, mas isto conto em um próximo post.
A ele esta atribuida a paternidade de algumas criaturas bem conhecidas da mitologia, como Cérberos, Quimera ou a Hidra de Lerna que ele teria gerado com a sua irmã Equidna, uma serpente perigosa com busto de mulher, assim como a maior parte dos ventos maléficos.

Tifão era um meio-termo entre um ser humano e uma fera horrenda. Dizem que em altura e força ele era incrivelmente superior a qualquer um dos filhos de Gaia. Seria tão alto que sua cabeça chegava a tocar as estrelas. Quando de braços abertos, ele se estendiam do Oriente ao Ocidente. E para completar, no lugar de seus dedos a fera possuía cem cabeças de dragões.
As chamas do vulcão Etna são atribuídas ao monstro, após ter sido aprisionado em sua fuga do monte Olimpo.



Exorcismo : Mito e Realidade

Os demônios e os bens não são apenas coisas de filmes e programas de TV , na verdade, parte de uma das crenças religiosas as mais comuns no mundo.

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A maioria das religiões afirma que os seres humanos podem ser possuídos por espíritos demoníacos , embora haja algumas diferenças entre essas afirmações. A Bíblia , por exemplo, relata seis casos em que Jesus expulsou demônios (embora várias passagens deste livro sagrado estão abertas à interpretação ) . A Igreja Católica é bem conhecida por ter implementado uma forma de exorcismo como lidar com a ameaça da posse.
A idéia de que os invasores são inerentemente maus espíritos é um conceito judaico-cristã. Outras religiões e sistemas de crenças aceitar tanto a posse de ambas as entidades, instituições de caridade e do mal por curtos períodos de tempo, e como um aspecto da vida espiritual - por exemplo, o espiritismo .
Os seguidores da Nova Era aprovou também uma forma de posse llamadacanalización , em que os espíritos dos mortos que usam o corpo de um meio para se comunicar com ele. Centenas de livros e até mesmo algumas sinfonias supostamente foram compostas por espíritos .
Exorcismo de ficção.
Hollywood , é claro , não perdeu tempo em capitalizar fascínio do público com exorcismo e possessão demoníaca , filmes patrocinadoras muitas vezes rotulados como "baseado em uma história verdadeira " .
Há muitos filmes com o tema do exorcismo , como " O Exorcismo de Emily Rose ", " Filha do Mal" e " The Rite " . A maior influência cultural gênero vem do clássico " O Exorcista " . Nas semanas que antecederam a estréia do filme em 1974, um católico de Boston ( EUA ), recebeu pedidos diários para exorcismos .
Este roteiro foi escrito por William Peter Blatty , uma adaptação de seu best-seller de 1971 do mesmo nome. Blatty disse que a inspiração para o filme foi um artigo no The Washington Post que ele leu em 1949 sobre um menino em Maryland ( EUA ), que tinha sido exorcizado . Blatty acreditava (ou dizia acreditar) que era uma conta exata, mas uma investigação mais aprofundada revelou que a história foi sensacionalista e estava longe de ser credível.
Michael Cuneo, em seu livro " Exorcismo Americano : expulsando demônios na Terra da Abundância " (em castelhano, algo como " Exorcismo Americano : expulsando demônios na Terra da Abundância " ) , créditos e Blatty " O Exorcista "como um grande interesse moderno responsável em exorcismo.
Quanto à precisão histórica , no entanto , caracterizado trabalho de Cuneo Blatty como uma estrutura maciça fantasia que repousa sobre fundações frágil diário de uma cura. Realmente teve um filho passando por um exorcismo , mas praticamente todos os detalhes sensacionais que aparecem no livro e no filme foram literalmente exageradas ou inventadas.
Exorcismo Real.

Exorcismo A palavra deriva da palavra grega " exousia " juramento significado. Ele explica em seu livro, " satanismo Hoje: Uma Enciclopédia de Religião, Folclore e Cultura Popular " , o erudito religioso James R. Lewis, " exorcizar significa, portanto, algo no sentido de colocar um espírito possuído sob juramento - invocando uma autoridade superior para obrigar o espírito - ao invés de realmente ' ejetar ' . Isso fica evidente quando a entidade demoníaca é condenada a deixar a pessoa, e não a autoridade de um padre, mas por exemplo, "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".
Enquanto muitos podem pensar que exorcismos são verdadeiras relíquias da Idade Média , isso não é verdade : não só ainda praticada , muitas vezes são aplicados a pessoas que são emocionalmente e mentalmente perturbado.
Os exorcismos são feitos em pessoas de forte fé religiosa. A medida em que os exorcismos "trabalho" pode refletir o poder da sugestão e da psicologia : se você acha que são de propriedade (e que um exorcismo vai curar ) , então talvez "trabalhar" .
O Vaticano emitiu orientações oficiais sobre exorcismo pela primeira vez em 1614 , passou por uma revisão em 1999. De acordo com a Conferência dos Bispos Católicos EUA, os sinais de possessão demoníaca incluem força sobre-humana , aversão à água benta ea capacidade de falar em línguas. Outros possíveis sinais de possessão demoníaca inclui cuspir, xingar e " masturbação excessiva " .
Com exceção de um punhado de exorcistas do Vaticano sancionada , há centenas de exorcistas auto- certificadas em todo o mundo .
Depois de testemunhar 50 exorcismos durante a pesquisa para o seu livro , Michael Cuneo disse que nunca tinha visto algo sobrenatural ou inexplicável ou levitação, ou virar cabeças ou marcas de arranhões demoníacas apareceu de repente no rosto de alguém , mas se ele conta emocional perturbado muitas pessoas em ambos os lados do ritual.
Se submetido a exorcismo são ou não realmente possuído por espíritos ou demônios é irrelevante, o problema é que a crença na verdade literal da eficácia do exorcismo pode ter conseqüências ruins, até mesmo a morte .

Em 2003, um autista de 8 anos de idade, de Milwaukee, Wisconsin ( EUA ), morreu durante um exorcismo por membros da igreja que culparam um demônio por sua deficiência. Em 2005, uma jovem freira na Roménia foi morto por um padre para um exorcismo após ser amarrado a uma cruz, amordaçado e privados de alimentos e água para os dias em um esforço para expulsar os demônios.
No dia de Natal de 2010, em Londres , Inglaterra, a 14-year -old Kristy Bamu foi espancado e afogado por parentes que tentaram exorcizar um espírito maligno da criança.
Um filme muito famoso " O Exorcismo de Emily Rose " é um daqueles casos tristes. Este roteiro , em si, é baseado em uma história de terror de verdade : a de uma menina com problemas mentais que foi assassinado pelos padres exorcistas .
A alemã Anneliese Michel estava passando por transtornos psiquiátricos graves a partir de 16 anos até sua morte, aos 23 anos , sendo que seu quadro clínico é composto de desnutrição secundária e doença mental.
Após vários anos de tratamento psiquiátrico, sem sucesso , ela se recusou tratamento médico e solicitou um exorcismo. As graves conseqüências atribuídas ao ritual de exorcismo sobre a jovem levou ao início de um processo criminal pelo Ministério Público contra os pais de Anneliese e os padres exorcistas , causando muita polêmica na Europa. Ambos os padres e os pais de Michel foram condenados por homicídio negligente por ter desistido de tratamento médico por meio de exorcismo.

Os nove mundos de yggdrasil

Neste post vou falar sobre os NOVE MUNDOS DE YGGRADSIL, isto mesmo, já havia falado sobre a arvore da vida e agora vou falar um pouco sobre cada um dos mundos.

Para começar é preciso dizer que Yggdrasil, possui três raízes, uma celeste, uma terrestre e a ultima subterrânea. E os nove mundos são considerados parte da arvore ou níveis diferentes que se estendem para além dela, porém todos estão conectados.

Localizado bem ao centro está Midgard ou o Jardim do Meio. Ou seja o próprio planeta terra, que reúne o poder dos outros mundos a ele conectados. Pelos galhos, pelo tronco. A arvore é cercada pelo mar e nas profundezas está a Serpente do Mundo, Midgardsomr, é a serpente que morde sua própria cauda.

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MIDGARD: Como já dito é o Jardim do Meio, o planeta Terra, o mundo dos homens. é considerado o mundo da ação física, das experiências sensoriais, do crescimento intelectual e o inicio da expansão espiritual para os nórdicos. Nesse nível. As forças do bem e do mal estão presentes neste mundo, e estão em equilíbrio, cada ação tem a sua reação. Midgard é o resultado da interação existente entre o fogo de Muspelheim  e o gelo de Nilfheim.

Midgard está localizada acima da raiz terrestre de Yggdrasil, embaixo da qual nasce a fonte do gigante Mimir. Ela é vista como a sede da humanidade, visitadas por todos os seres que passam por ali.

LJOSSALFHEM (ALFHEIM), a morada dos elfos claros. Está localizada bem cima de Midgard no eixo vertical. Não pode ser percebida pelos humanos como um plano real, mas é conhecido deles como o universo mental. Os elfos deste mundo são invisíveis devido a sua estrutura etéria, mas exercem influencia sobre a mente humana no campo intelectual e artístico. É também considerado o reino da imaginação, da criatividade, abriga os pensamentos conscientes e pode transforma-los em ações positivas.

SVARTALFHEIM: É o oposto de Alfheim, está localizado baixo de Midgard e é lar dos elfos escuros e dos anões, e é guardaod pelo anão Modsognir. Considerado o plano da modelagem, da transformação da matéria bruta em materiais refinados, como os metais, os cristais e as pedras preciosas. Dizem que a luz pode transformar os seres deste reino em pedra, desta forma eles vivem em florestas escuras ou cavernas e protegem-se da aproximação do ser humano.

HEL OU NIFELHEL: Localizado na base da Árvore, em um nível mais profundo , conhecido como "Mundo Subterrâneo". É associado aos mortos, governado pela deusa de mesmo nome. Vale dizer que os mortos que ali estão, não tiveram uma morte honrosa em campos de batalha, morreram de velhice ou doença. É um plano onde o silêncio predomina e também uma certa inércia, mas as almas vêem para o Hel para repousarem e esperarem pelo dia de renascer. O plano também pode ser alcançado por uma ponte larga e escura, protegida pela ajudante da deusa omonima, Mordgud ou Modgudr.

ASGARD: O reino dos Aesir, localizado no topo da Árvore na chamada "raiz espiritual" na raiz superior, em oposição ao reino de Hel. Este fica em um plano superior praticamente inacessível, regido por Odin e Frigga. Sinonimo de Céu, Mundo Superior, Só sendo possível ser alcançado com com determinação e fé, com auxiliou de um mentor de uma Valquíria.  É em Asgard que está localizado o castelo Valhala, onde os guerreiros escolhidos pelas Valquírias, passam o resto de seus dias preparando para o Ragnarok.

NILFHEIM: Conhecido como Reino de Gelo. Um mundo frio coberto por uma névoa, local onde a neblina se condensada aquecida pelos ventos quentes soprados diretamente de Muspelheim. Teve participação juntamente ao reino de fogo na criação de Midgard, oriundos do vazio primordial o Ginungagap. Será de Nilfheim, no Ragnarok que sairá o navio dos mortos, Naglfari, conduzido pelo deus Loki.

MUSPELHEIM: O Reino de Fogo, localizado no polo oposto ao Nilfheim, e como já dito é co-criador de Midgard. É habitado por Thursar e Etins, gigantes antigos e dotados de imenso poder de destruição. Desta dimensão partem os gigantes que vão destruir os mundos no Ragnarok.

JÖTUNHEIM: Também conhecido como Utgard, reino dos Jötnar ou Thursar, gigantes inimigos dos deuses, comandados por Thrym. Um mundo considerado estagnado, pois seus habitantes só fazem guerrear e não tem tempo para dedicar as expansões. Ao contrario dos gigantes as gigantas conseguem ir além das limitações desta dimensão e por se empenhar tanto acabam atingindo o status de deusas devido a evolução espiritual.

VANAHEIM: O reino das antigas divindades Vanir. era um reino de paz e plenitude, sede das forças modeladoras de processos orgânicos, das qualidades de prosperidade e de abundância e do potencial mágico. Os Vanes também são seres regentes da fertilidade, da sexualidade e do amor em Midgard, e trazem essas forças também para o Vanaheim

CAVALEIRO SEM CABEÇA

A lenda tem origem na Escócia, e envolve os membros do Clã Maclaine, do distrito de Lochbuie. Até hoje os moradores evitam a todo custo anadar pela estrada da região quando a noite cai. Rumores sobre um cavaleiro fantasma ou como é conhecido o cavaleiro sem cabeça. Dizem os moradores locais que o cavalo tem cascos brilhantes, é possível ouvir um som sinistro das rédeas. O cavaleiro é sinal de mal presagio, de morte.

Seu nome era Ewen, filho do chefe e herdeiro do clã MacLaine. Porém conta a lenda que Ewen possuía uma inveja e um ódio muito grande do pai, e isto fez com que ambos acabassem se enfrentando em um campo de batalhas.

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A batalha ocorreu em Lochbuie em 1538. Os dois exércitos se encontram, e Ewen recebeu um golpe de machado que acabou por decapita-lo, golpe dado por um dos seguidores do pai. Desde então, existem inúmeros relatos sobre a sua aparição. Montando em seu cavalo negro e sem a cabeça, o cavaleiro vem para recolher as almas dos campos de batalha. 

Reza a lenda que Ewen, teria tido uma especie de pressagio sobre a sua morte, com uma velha bruxa que ele havia encontrado na véspera da batalha conhecida também como a Fada Lavadeira, que tinha como função lavar as roupas dos guerreiros que morreriam em combate. Ewen, encontrou a velha agachada próximo a um riacho, e ele perguntou a ela se sua camisa estava entre aquelas que ela estava lavando, e a velha respondeu que sim. Ewen então perguntou se não haveria alguma forma de evitar aquele trágico destino, e a velha disse que se sua esposa, espontaneamente o servisse manteiga no café, ele estaria livre da morte. No dia seguinte, a sua esposa não o serviu com manteiga, e Ewen comeu seu pão seco e seguiu para o seu destino inexorável. 


SALAMANDRAS

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Criaturas mitológicas ligadas ao elemento fogo. Seu nome derivou-se dos movimentos serpenteais formados na sua labareda ou mesmo na chama de uma vela.

Sua energia espiritual está ligado a devastação e a edificação do novo devido o seu poder destrutivo ou criativo de transformação. Seu calor pode emanar o poder da cura e a energia irradiada pelas salamandras alcançam os 7 chácras do nosso corpo instalando o bom equilíbrio orgânico no nosso corpo.

Por ser um elemental de grande força e difícil controle é preciso ter cuidado ao manejá-la, é preciso ter calma e equilíbrio na respiração ao utilizar as salamandras em nosso altar, pois estas trabalham de acordo o nosso comando.

Lembre-se que a cada dia semana as salamandras relacionam-se com 1 cor, por isso o uso das velas coloridas e do estudo das 7 chamas. Cada cor de vela possui um propósito e um significado.

Aproveitem para estudar as cores e como trabalhar com as 7 chamas para buscar a saúde espiritual e corporal!! 

Que assim seja e assim se faça!!


Orfeu e Eurídice

eurydice.jpg (346×370)Grande herói da Trácia, Orfeu era conhecido não pelas suas qualidades de guerreiro, mas pelas suas qualidades musicais. Filho de Apolo e da musa Calíope, recebeu do pai uma lira como presente e aprendeu a tocar com tanta dedicação e beleza, que ninguém conseguia ficar indiferente ao encanto da sua música. Tanto os seres humanos como os animais, e diz-se que até as árvores e os rochedos, se rendiam ao seu fascínio.
Orfeu amava apaixonadamente a ninfa Eurídice. No dia do casamento de ambos, esteve presente Himeneu para abençoar a união, mas o fumo da sua tocha fez lacrimejar os noivos, o que não trouxe augúrios favoráveis. Pouco tempo depois, Eurídice passeava com as ninfas, quando foi surpreendida pelo pastor Aristeu, que, ao vê-la, se apaixonou perdidamente e tentou conquistá-la. Na sua fuga, Eurídice pisou uma cobra e morreu da mordedura que esta lhe fez no pé.
Orfeu, inconsolável, tocou e cantou aos homens e aos deuses, mas nada conseguiu. Decidiu, então, descer ao reino dos mortos para conseguir recuperar Eurídice. Perante o trono de Hades e Perséfone, Orfeu cantou o seu desgosto e o seu amor dizendo que, se não lhe devolvessem Eurídice, ele próprio ficaria ali com ela, no reino dos mortos. Todos os fantasmas que o ouviam choravam e Hades e Perséfone ficaram tão comovidos que lhe devolveram Eurídice. Mas com uma condição: Orfeu poderia levar Eurídice, mas não poderia olhá-la antes de terem alcançado o mundo superior. Caminhando na frente, Orfeu, que estava quase a chegar aos portões de Hades, com receio de ter sido enganado por Hades, virou-se para trás para confirmar se Eurídice o seguia. Esta, com os olhos cheios de lágrimas, foi levada para o mundo dos mortos, por uma força irreversível. Orfeu tentou alcançá-la, mas sem êxito.
Profundamente triste, Orfeu ficou na margem do rio, durante sete dias, sem comer nem dormir, suplicando a volta de Eurídice. Depois, vagueou triste e solitário pelo mundo, sem nunca mais querer saber de mulher alguma e repelindo todas aquelas que o tentavam seduzir, até que um dia, as mulheres da Trácia, enfurecidas pelo seu desprezo, o mataram. O seu corpo foi atirado ao rio Ebro e levado até à ilha de Lesbos, onde, durante muito tempo, a cabeça de Orfeu, presa numa rocha, proferia oráculos. A sua lira foi colocada num templo de Lesbos.
Outra lenda diz que as musas enterraram Orfeu, em Limetra, num túmulo onde o rouxinol canta mais suavemente do que em qualquer outra parte da Grécia e a lira do jovem apaixonado foi colocada por Zeus entre as estrelas. Orfeu encontrou por fim Eurídice e, abraçando-a, nunca mais deixou de contemplá-la.




Eros

Eros  era considerado pelos gregos como o deus do amor. Entre os romanos, ele era conhecido como Cupido, que em latim tem o sentido de ‘amor’. Há várias versões sobre a história deste deus. Segundo Hesíodo, na sua obra Teogonia, e Empédocles, filósofo pré-socrático, ele era descendente de Caos, sendo assim uma divindade primordial. Enquanto o Caos era o representante do vácuo primitivo reinante no Universo, Eros é a energia que organiza e unifica tudo. Através dele, tudo passava do estado caótico para a condição cósmica, ou seja, ao espaço bem ordenado.
Depois ele passou a ser conhecido como um deus integrante do Olimpo, gerado por Afrodite e Zeus, Hermes ou Ares, de acordo com a interpretação vigente. Ele detinha uma beleza ímpar, atendia aos desejos de Afrodite, sempre pronto a disparar suas flechas do amor contra mortais e imortais, conforme as determinações maternas. Representado como uma criança, explicam algumas versões que Afrodite teria, um dia, reclamado com Métis, deusa da prudência, que o filho não crescia nunca. A amiga lhe recomendou então ter outro filho, o que propiciaria o crescimento de Eros. Isso teria realmente ocorrido depois do nascimento de Antero, considerado por alguns a divindade responsável pelo amor mútuo, o que eventualmente o opunha ao irmão.
Os romanos, embora admirassem a sublime beleza de Eros, reservava a ele um cerimonial simples, desprovido de importância. Homero não cita Eros em nenhum momento na sua Odisséia. Cabe a Hesíodo narrar sua existência pela primeira vez, descrevendo-o como o imortal mais formoso, sedutor, apto a dominar os corações e a vencer a prudência.
O filósofo grego Platão, em sua obra Banquete, narra a gênese de Eros de forma completamente distinta. Ele o descreve como fruto da disponibilidade de Poros, entidade que simboliza o Expediente, e da carência constante de Pínia, a Pobreza. Na festa celebrada pelos deuses para comemorar o nascimento de Afrodite, ambos teriam se envolvido e então gerado Eros, protegido depois por Afrodite, por ter sido concebido no mesmo dia em que ela veio à vida.
Mas, a se acreditar em Platão, Eros seria pobre, sujo e eternamente carente, em suma, um mendigo, herdeiro da personalidade materna e do estilo paterno de estar sempre à espera de corpos e almas lindos e perfeitos, executando constantemente ardis sutis e astuciosas intrigas; seria o símbolo do amor necessitado, que não se concretiza, pois o objeto do desejo sempre escapa de suas mãos.
A história de Eros e Psiquê  é uma das mais belas e profundas. Ele se casa com a amada, mas a proíbe de ver seu rosto, pois deseja ser amado não como uma divindade, mas como um mortal. Ela, porém, vencida pela curiosidade, vale-se do momento em que ele adormece e espia sua face; ela fica tão encantada que deixa uma gota de cera da vela que ilumina seu amado, cair em seu peito. Eros desperta e fica enraivecido, deixando sua amante. Ela fica sem rumo, ou em outras versões, é castigada por Afrodite, inconformada com a paixão de seu filho por Psiquê; de qualquer forma, arrependido, Eros implora a misericórdia de Zeus para a mulher amada. O deus supremo cede e torna Psiquê imortal, unindo os jovens amantes, que passam a morar no Olimpo. A bela mortal representa, segundo alguns especialistas, a espiritualidade presente no Homem, o que transforma esta lenda em penetrante metáfora sobre a relação da alma humana com o Amor.


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Hades

Hades, deus do mundo subterrâneo (ou deus do inferno) da mitologia grega (ou Plutão, na mitologia romana), filho de Cronos e Réia, irmão de Zeus, Héstia, Demeter, Hera e Poseidon. Era casado com Perséfone  (Cora para os romanos), que raptou do mundo superior, para ter como sua rainha. Este mito ficou muito conhecido como o rapto de Cora . Ele a traiu duas vezes, uma quando teve um caso com a ninfa do Cócito e também quando se apaixonou por Leuce, filha do Oceano.
Hades dominava o reino dos mortos, um lugar onde só imperava a tristeza. Conseguiu esse domínio através de uma luta contra os titãs, que Poseidon, Zeus e ele venceram. Assim Poseidon ficou com o domínio dos mares, Zeus ficou com o céu e a Terra e Hades com o domínio das profundezas.
Era um deus quieto e seu eu nome quase nunca era pronunciado, pois tinham medo, para isso usavam outros nomes como o de Plutão. Um deus muito temido, pois no seu mundo sempre havia espaço para as almas. Seu mundo era dividido em duas partes: o Érebo onde as almas ficavam para ser julgadas para receber seus castigos ou então suas recompensas; e também a parte do Tártaro que era a mais profunda região onde os titãs ficavam aprisionados. Hades era presidente do tribunal, era ele que dava a sentença dos julgamentos.
Além das sombras e almas encontradas em seus domínios, era também cuidadosamente vigiado pelo Cérbero que era seu cão de três cabeças e cauda de Dragão. Era conhecido como hospitaleiro, pois nos seus domínios sempre tinha lugar para mais uma alma. O deus quase nunca deixava seus domínios para se preocupar com assuntos do mundo superior, fez isso duas vezes quando foi raptar sua esposa e a outra quando foi para o Olimpo se curar de uma ferida feita por Heracles.
Hades tinha o poder de restituir a vida de um homem, mas fez isso poucas vezes e muitas delas a pedido de sua esposa. Também conhecido como o Invisível, pois com a ajuda do seu capacete que o protege de todos os olhares. Este capacete também foi usado por outros heróis como Atena e Perseu.
Porém, ao contrário do que muitas pessoas pensam, Hades não é o deus da morte e sim o da pós-morte, ele comanda as almas depois que as pessoas morrem. Apenas Ares e Cronos são responsáveis pela morte e com isso até inimigos da humanidade, o que ele não era e sim temido por sua fama.


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A unica ficção idiota... HEhe

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

1 dia a gente encontra a alma gemia!!!



Loucura é só agente q enxerga o resto e detalhe 


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"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida..."
(Clarice Lispector)


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"(...) E ainda persiste em dizer que já ñ sente mais absolutamente nada, que são águas passadas, que superou, atropelou todas as reminiscências que a congelava e ñ a permitia prosseguir... mas todas as noites ao se deitar, mesmo estafada das terefas cotidianas, vem o relapso dos vestígios que ñ finda, alimentando assombrações que já deveria ter extinguido, dando lugar a uma interminável madrugada inquietante, repleta de barulhos em seu interior... abre arquivos, ver fotos, momentos únicos, saudades cortantes'... mais que isso, revive isso’, sofre isso’... e em instantâneo o coração descompassado sussurra: Ainda tens tudo desse alguém' que já ñ tens mais... e indaga pesarosamente: Por que deixar de ser isso tudo se já sou e pertenço a esse todo'?...”
(Fernanda Marinho)


terça-feira, 15 de outubro de 2013

vai viver, criatura!


A dica do dia é: abra a janela, sinta o sol e acorde pra vida. Não tá fazendo sol aí? E daí? Sinta o vento frio na cara e quase congele, mas acorda pra vida. Tô nem aí se você, assim como eu, acorda sem humor... mas acorda, certo? Então acorde pra vida com um péssimo humor. O negócio é acordar. Independente do seu humor!
Sabe o que é? A gente tem tão pouco tempo pra aproveitar tudo o que queremos, tudo o que podemos. Pouco tempo para traçar planos e menos ainda para colocá-los em prática.

Um dia você acorda e tem 18 anos. No outro dia tem 25. E logo está com 30, descobrindo que não está nem perto do que imaginou pra si. O tempo corre e a gente esquece de correr junto! Ou até corre, mas o pique vai diminuindo... o folego acabando... Você até pode não ter feito nada do que planejou, mas a questão é: está feliz com o que fez até aqui?

Se pensou pra responder é sinal de que não fez. O nosso problema é o apego às pequenas coisas rotineiras que não mudam nada na sua satisfação pessoal, mas que você continua fazendo simplesmente porque não sabe substituir por algo novo...

Sério que o novo ainda te assusta? Jura que as convenções ainda são importantes para você? Então você realmente precisa acordar pra vida. Arrisque-se! Faça pequenas loucuras pessoais e veja no que dá!

Saia sem blusa de frio, mesmo sabendo que o tempo vai virar de madrugada! Tome três doses de tequila numa noite de quinta, mesmo sabendo que tem levantar cedo na sexta. Finja que o telefone do escritório não está tocando e deixe que outra pessoa atenda. Mande uma mensagem de bom dia e diga que está saudades daquele cara que você está afim... 

É como diz o conhecimento popular: "o não você já tem... o que perde ao arriscar um sim?"

Por favor, viva! Sorria mais, se divirta mais, veja mais graça nas coisas... tenha planos, no plural. Planos "A", "B", "C"... um alfabeto inteiro. Se permita partir para o próximo quando um deles falhar. Porque vai! Que graça teria viver se tudo na sua vida desse certo?

Sofra quando se frustrar. Chore quando um amor acabar. Viva o luto do fim de relacionamento. Morra de saudades. Mas aprume o corpo logo em seguida e pé na estrada.

Já parou pra pensar quantas boas surpresas a vida não te trouxe quando você tocou o foda-se e afrouxou as rédeas? Amigos que você fez numa fila de banheiro e ainda estão no círculo de "bons"! Uma oportunidade de emprego num jantar de família. Um beijo inesquecível num carnaval qualquer. Um papo inteligente numa festa chata. Um SMS depois de achar que o cara não ia aparecer. Um cantor sertanejo que curte Pink Floyd e não acredita que você não gosta de rock psicodélico. Uma pessoa arrebatadora que deixou saudades.

Vai ser feliz, criatura! Porque gente que cumpriu as metas que se impôs, anda aos montes por aí. Mas histórias incríveis para contar aos netos a gente só tem quando a meta principal é aproveitar a vida e não apenas passar por ela!


As Aparências Enganam Thiaguinho


Você sempre toda linda
Arrumada, perfumada
Como foi gostar de mim?
Que só ando largado
De boné, tênis rasgado
Bem longe de um manequim

Você se amarra num livro e lê jornal
Eu só em festa, viagem e carnaval
Nosso convívio é perfeito, é natural
O amor é capaz de explicar

Só que todo mundo
Diz que é um absurdo
Mas nossas aparências enganam
Levamos a verdade
Que opostos se atraem
Sem culpa, sem maldade, sem drama

Só queremos amar! Ah! ahhhhh!
Sem nos preocupar! Ah! ahhhhh!
Com o que vão falar! Ah! ahhhhh!
Mas ninguém precisa entender

Preciso apenas de você
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Perseu e Medusa

Acrísio, rei de Argos, era pai de Dânae, uma linda moça, mas estava desapontado por não ter um filho. Quando consultou o oráculo sobre a ausência de um herdeiro homem, ele recebeu a informação que nunca geraria um filho, mas no futuro teria um neto, cujo destino era matar o avô.
Acrísio tomou medidas extremas para fugir deste destino e isolou Dânae no topo de uma torre de bronze. Ela permanecia em total reclusão até que um dia Zeus veio visitá-la na forma de uma chuva de ouro. Dânae deu à luz a Perseu, mas Acrísio ainda tinha esperanças de evitar o destino. Mandou construir uma grande arca, colocou Dânae e seu filho dentro e lançou-os ao mar.
Lançada pelas ondas, a arca chegou às praias de Sérifo, uma das ilhas das Ciclades. Dânae e Perseu foram cuidados por um honesto pescador, Dictis, irmão do rei de Sérifo, Polidectes, um homem inescrupuloso. Com o passar do tempo, Polidectes apaixonou-se por Dânae, mas Dictis protegia Dânae das investidas do rei, enquanto Perseu crescia.
Certo dia, durante um banquete, Polidectes pediu presentes aos seus convidados. Uns prometeram lhe dar cavalos, outros ofereceram jóias, mas Perseu ofereceu-se a trazer a cabeça da Górgone, a Medusa. Todos que prometiam tinham de honrar e cumprir sua promessa. Polidectes aceitou a oferta pensando que assim se livraria de Perseu e poderia conquistar sua mãe Dânae.
As górgones eram três, monstruosas criaturas aladas com cabelos de serpentes. Duas eram imortais mas a Medusa era mortal e potencialmente vulnerável. No entanto, ela transformava em pedra todos que a olhasse em seus olhos. Hermes mostrou a Perseu o caminho das Gréias, três velhas irmãs que compartilhavam um olho e um dente entre si, e instruído por Hermes, Perseu conseguiu se apoderar do olho e do dente, recusando-se a devolvê-los até que as Gréias mostrassem o caminho até as Ninfas, que lhe dariam tudo o que necessitava para lidar com Medusa.
As Ninfas deram-lhe uma capa de escuridão que permitiria a Perseu pegar a Medusa de surpresa, botas aladas para facilitar sua fuga e uma bolsa especial para colocar a cabeça após tê-la decepado. Hermes lhe deu uma foice, e assim Perseu seguiu para encontrar Medusa.
Ao encontrá-la, Perseu a viu através de seu escudo brilhante evitando olhar para ela; e quando ela se aproximava, Perseu cortou-lhe a cabeça. Acomodando a cabeça da Medusa em sua bolsa, retornou rapidamente a Sérifo, auxiliado por suas botas aladas. Mas ao sobrevoar a costa da Etiópia, Perseu viu abaixo uma linda princesa atada numa rocha. Era Andrômeda, que sua fútil mãe Cassiopéia que ao dizer que era mais bonita do que as filhas do deus do mar Nereu, fêz surgir a ira de Posidon.
Para puni-la, Posídon enviou um monstro marinho para devastar o reino, e isto só poderia ser evitado se fosse oferecido a filha da rainha, Andrômeda, que assim foi colocada na orla marítima para esperar o terrível destino.  Perseu matou o monstro marinho e libertou a princesa.
Os pais dela, em júbilo, ofereceram Andrômeda como esposa a Perseu e os dois seguiram na jornada para Sérifo. Polidectes não acreditava que Perseu tivesse conseguido, e quando quis ver cabeça da Medusa, olhou em seus olhos e se tornou petrificado sob o olhar da cabeça da górgone.
Perseu, Dânae e Andrômeda seguiram juntos para Argos, onde esperavam se reconciliar com o velho rei Acrísio. Mas qu ando Acrísio soube da visita, fugiu da presença ameaçadora de seu neto, indo para a Tessália. No entanto, o destino os fêz encontrar nos jogos fúnebres do rei de Larissa. Eles não se conheciam, e quando Perseu atirou um disco, este se desviou e atingiu Acrisio entre os espectadores,  matando-o. A previsão do oráculo se realizou...

O mito de Perseu e a Medusa representa os medos e temores que carregamos em nós e que nos recusamos a reconhecê-los e enfrentá-los, com a esperança de que podemos fugir deles indo para algum lugar, até que, inconscientemente, atraimos situações que nos colocam frente a frente com esses medos. E por não tê-los reconhecidos e enfrentados, inevitavelmente atrairemos para nossas vidas, o que mais tememos.
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Todos nós temos algum temor: medo de perder, medo de não ser amado, medo de amar e não ser correspondido, medo de dentista, medo de ratos, medos... medos... Para enfrentá-los precisamos de coragem; não ter medo de nossos medos. O segredo está em nós mesmos; devemos nos olhar sem medo de nos ver interiormente e também externamente.
Cada detalhe do nosso rosto, do nosso corpo, são digitais únicas; não há ninguém, em todo o universo, que seja igual. Não devemos temer estar sozinhos, de termos somente nossa própria companhia. Precisamos experimentar novas coisas, novos sabores e nos dar novas oportunidades. Somos perfeitos, não precisamos de ter medo; porque a coragem também está viva em nós.
Coragem não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar do medo; é caminhar para frente e enfrentar as adversidades. Não podemos nos deixar derrotar, nos entregarmos por causa dos medos, senão, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas.


Héstia

Divindade do Lar, deusa do fogo doméstico e do que ardia no altar dos deuses ("Lar", o local da casa onde estava o lume), era a mais velha entre os filhos de Cronos e de Reia - por isso, a primogénita dos deuses Olímpicos - sendo assim irmã de Zeus e de Hera, o casal supremo do Olimpo. Apolo e Poseidon tentaram seduzi-la, mas ela, como Artemisa e Atena, votou-se perpetuamente à virgindade, tendo para tal tido a ajuda de seu irmão Zeus, que a guardou sempre. A sua virgindade representava a sua consagração plena a um objetivo sagrado: proteger as cidades, as colónias e os lares, zelando pelo seu bem-estar e segurança. Era por isso uma divindade com um carácter social e familiar, símbolo da concórdia e da estabilidade, na.sociedade mas principalmente na família. Zeus foi de fato o seu grande protetor e apoiante, tendo-lhe conferido honras de grande dignidade e excecionalidade, como o culto nas casas dos mortais e nos templos de todos os deuses.
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O "fogo de Héstia" era também o que se utilizava nos rituais sagrados, o fogo perpétuo purificador que ardia nos templos e lares. Era também do fogo de Héstia que era levado pelos colonos gregos quando iam fundar uma nova cidade noutra região, como o fizeram na Magna Grécia, no sul de Itália, ou na Ásia Menor. O fogo grego iluminava assim a nova pátria, criando um elo de ligação sentimental e religioso. Héstia simbolizava também, por isso, a continuidade da civilização, a força divina que estava acima das revoluções, destruições, invasões ou migrações.Héstia era a única divindade que estava
permanentemente no Olimpo, dali nunca saindo, ao contrário dos outros deuses, que pelo mundo vagueavam. Estava sempre à margem das agitações dos deuses. Assumia-se assim como o centro religioso da montanha sagrada, residência dos deuses, pois entre os mortais também o lar era o local de culto da casa, onde a família ou os seus membros individualmente oravam e veneravam os seus deuses, com destaque para Héstia. Este carácter eternamente residencial no Olimpo por parte de Héstia, dali nunca saindo, tornou-a uma divindade sem qualquer intervenção nas lendas dos outros deuses. Era acima de tudo uma entidade abstrata, o princípio de lar, assumindo-se pouco como uma divindade de carácter pessoal. Tinha culto em toda a Grécia, principalmente em Delfos, o centro do Universo para os Gregos, o seu Lar comum. Ali estava o fogo sagrado, onde todos os Gregos foram buscar uma chama para reavivar o lume em sua casa, pois os Bárbaros tinham-no apagado em tempos.



deus Jano

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Segundo a mitologia romana, Jano (do latim Janus ou Ianus) era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, simbolizando os términos e os começos, o passado e o futuro, o dualismo relativo de todas as coisas, sendo absoluto somente a Divindade.
Em seu templo, as portas principais ficavam abertas em tempos de guerra e eram fechadas em tempos de paz. Uma coisa muito rara era encontrar as portas do templo de Jano fechadas, uma vez que Roma estava sempre em guerra. Jano preside tudo o que se abre, é o deus tutelar de todos os começos; rege ainda tudo aquilo que regressa ou que se fecha,.sendo patrono de todos os finais. Jano foi a inspiração do nome do primeiro mês do ano (janeiro, do latim januarius), o qual foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio (715-672 a.C.), sucessor de Rômulo, personagem histórico-mítico que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 21 de março. 
Jano é tido como o regente de Lácio (Lázio), região da Itália Central, foi responsavel pela idade de ouro,trouxe dinheiro e agricultura a região. O seu nome está também associado as trocas e colheitas.
Jano tinha duas faces, uma olhando para a frente e outra para trás, e dele derivam os nomes da Montanha Jano e o Rio Jano, pois ele viveu na montanha. Ele foi o inventor das guirlandas , dos botes, e dos navios, e foi o primeiro a cunhar moedas de bronze; por isto que em várias cidades da Grécia, Itália e Sicília, em suas moedas, trazem em um lado um rosto com duas faces e no outro um barco, uma guirlanda ou um navio. 
Ele se casou com sua irmã Carmese, e teve um filho chamado Aethex e uma filha chamada Olistene. 
Desejando aumentar o seu poder, ele navegou até a Itália e se instalou em uma montanha próxima de Roma, chamada Janiculum por causa dele.


ATLAS

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Atlas (em grego, Άτλας), também chamado Atlante, é um dos titãs gregos, condenado por Zeus a sustentar a abóbada celeste eternamente. Atlas foi o primeiro rei da mítica Atlântida. Era casado com Pleione e com quem teve sete filhas, as chamadas de Plêiades e Também teve filhas ninfas, as Hespérides.
Atlas é filho de Jápeto com Climene. Pertence à geração divina dos seres desproporcionados, violentos, monstruosos - encarnação das forças selvagens da natureza nascente, dos cataclismas iniciais, com que a terra se arrumava para poder receber, num regaço mais acalmado, a vida e a sua cúpula consciente: os humanos.
Atlas, com outros titãs, forças do caos e da desordem, pretenderam alcançar o poder supremo, pelo que atacaram o Olimpo e combateram ferozmente Zeus e aliados: as energias do espírito, da ordem, do Cosmos. (Ou, noutra versão, aliou-se aos demais titãs para resistir à revolta liderada por Zeus)."
Zeus, triunfante, castigou seus inimigos - escravos da matéria e dos sentidos, inimigos da espiritualização harmonizadora - lançando-os no Tártaro, a região mais profunda do Mundo Inferior, para que de lá nunca fugissem. Reservou para Atlas, porém, uma pena especial: pô-lo a sustentar o firmamento nos ombros por toda a eternidade.
Atlas, assim punido, passou a morar no país das Hespérides (as três ninfas do Poente: Eagle, Erítia, Hesperatetusa).
A representação clássica de Atlas mostra que ele está sustentando um globo nos ombros que, normalmente é interpretado como sendo a Terra. Esse globo é, na verdade, a esfera celestial ou o firmamento.
O castigo eterno

Geralmente, Atlas é retratado sustentando um globo sobre os ombros. Esse fardo foi temporariamente aliviado por Héracles (Hércules) durante um de seus 12 trabalhos, mas Atlas foi enganado e voltou a carregar os céus sobre os ombros.
Consistiu este episódio no seguinte: tinha Hércules de apanhar algumas maçãs de ouro que nasciam no jardim das Hespérides (11º trabalho). Alertado por outro titã (Prometeu) de que apenas Atlas poderia fazê-lo impunemente, propôs a este que o fizesse, enquanto sustentava a abóboda celeste. Aliviado do grande peso, Atlas retorna, dizendo que ele mesmo faria a entrega das maçãs a Euristeu.
Percebendo o engodo, Hércules finge aquiescer e, pretextando colocar antes um anteparo sobre seus ombros, pede ao titã que sustente os céus por um momento - ao fazer isto, o herói parte, levando as maçãs, deixando a Atlas o seu eterno suplício.
Segundo uma das versões existentes, Atlas foi posteriormente libertado de seu fardo e tornou-se guardião dos Pilares de Hércules, sobre os quais os céus foram colocados, e que também eram a passagem para o lar oceânico de Atlântida (o Estreito de Gibraltar). Seu nome passou a significar "portador" ou "sofredor". Outra versão conta que Perseu o petrificou mostrando lhe a cabeça que havia arrancado da Medusa, transformando o titã Atlas no que hoje é o Monte Atlas.


GÓRGONA

A Górgona (em grego: Γοργών ou Γοργώ; transl.: Gorgón ou Gorgó) é uma criatura da mitologia grega, representada como um monstro feroz, de aspecto feminino,[desambiguação necessária] e com grandes presas. Tinha o poder de transformar todos que olhassem para ela em pedra, o que fazia que, muitas vezes, imagens suas fossem utilizadas como uma forma de amuleto. A górgona também vestia um cinto de serpentes entrelaçadas.
Na mitologia grega tardia, diziam-se que existiam três górgonas: as três filhas de Fórcis e Ceto. Seus nomes eram Medusa, "a impetuosa", Esteno, "a que oprime" e Euríale, "a que está ao largo". Como a mãe, as górgonas eram extremamente belas e seus cabelos eram invejáveis; todavia, eram desregradas e sem escrúpulos. Isso causou a irritação dos demais deuses, principalmente de Atena, a deusa da sabedoria, que admirou-se de ver que a beleza das górgonas as fazia exatamente idênticas a ela.
   Atena então, para não permitir que deusas iguais a ela mostrassem um comportamento maligno, tão diferente do seu, deformou-lhes a aparência, determinada a diferenciar-se. Atena transformou os belos cachos das irmãs em ninhos de serpentes letais e violentas, que picavam suas faces. Transformou seus belos dentes em presas de javalis, e fez com que seus pés e mãos macias se tornassem em bronze frio e pesado. Cobrindo suas peles com escamas douradas e para terminar, Atena condenou-as a transformar em pedra tudo aquilo que pudesse contemplar seus olhos. Assim, o belo olhar das górgonas se transformou em algo perigoso.
Envergonhadas e desesperadas por seu infortúnio, as górgonas fugiram para o Ocidente, e se esconderem na Ciméria,[desambiguação necessária] conhecido como "o país da noite eterna".
Mesmo monstruosa, Medusa foi assediada por Poseídon, que amava Atena. Para vingar-se, Medusa cedeu e Poseídon desposou-a. Após isso, Poseídon fez com que Atena soubesse que ele tivera aquela que era sua semelhante. Atena sentiu-se tão ultrajada que tomou de Medusa sua imortalidade, fazendo-a a única mortal entre as górgonas. Em outras versões, Atena amaldiçoou as górgonas justamente porque quando Medusa ainda era bela, ela e Posseídon se uniram em um templo de Atena, a deusa ficou ultrajada e as amaldiçoou.
Mais tarde, Perseu, filho de Zeus e da princesa Dânae, contou com a ajuda de Atena para encontrar Medusa e cortar a sua cabeça, com a qual realizou prodígios. Pois mesmo depois de morta, a cabeça continuava viva e aquele que a olhasse nos olhos se tornava pedra. Medusa deu à luz dois filhos de Poseídon, Pégaso e Crisaor.


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ESFINGE

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Havia uma única esfinge na mitologia grega, um demônio exclusivo de destruição e má sorte, de acordo com Hesíodo uma filha da Quimera e de Ortros ou, de acordo com outros, de Tifão e de Equidna — todas destas figuras ctônicas. Ela era representada em pintura de vaso e baixos-relevos mais freqüentemente assentada ereta de preferência do que estendida, como um leão alado com uma cabeça de mulher; ou ela foi uma mulher com as patas, garras e peitos de um leão, uma cauda de serpente e asas de águia. Hera ou Ares mandaram a esfinge de sua casa na Etiópia (os gregos lembraram a origem estrangeira da esfinge) para Tebas e, em Édipo Rei de Sófocles, pergunta a todos que passam o quebra-cabeça mais famoso da história, conhecido como o enigma da esfinge, decifra-me ou devoro-te:Que criatura pela manhã tem quatro pés, ao meio-dia tem dois, e à tarde tem três? Ela estrangulava qualquer inábil a responder, dai a origem do nome esfinge, que deriva dogrego sphingo, querendo dizer estrangular.Édipo resolveu o quebra-cabeça: O homem — engatinha como bebê, anda sobre dois pés na idade adulta, e usa um arrimo (bengala) quando é ancião.Furiosa com tal resposta, a esfinge teria cometido suicídio, atirando-se de um precipício. Versão alternativa diz que ela devorou-se.O quebra-cabeça exato perguntado pela esfinge não foi especificado por vários contadores da história e não foi estandartizado como o dado sobre até muito mais tarde na história grega. Assim Édipo pode ser reconhecido como um limiar ou figura de solado de porta, ajudando efeito a transição entre as velhas práticas religiosas, representadas pela esfinge, e novas, unidade olímpica.